
Nesta página, você encontra os principais tratamentos e condições avaliadas pela Dra. Roberta Lages em consulta, com foco em sintomas intestinais, desconfortos na região anal e definição individualizada da conduta para cada caso.
Além da consulta com coloproctologista em São Paulo, a prática médica também pode incluir protocolos complementares e tratamento cirúrgico quando houver indicação.
Desequilíbrio da microbiota intestinal que pode causar sintomas como gases, distensão abdominal, inflamação e alterações do metabolismo.
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Condição associada a excesso de bactérias no intestino, levando a sintomas como estufamento, gases, dor abdominal e alteração do hábito intestinal.
Avaliação das causas de estufamento frequente, digestão lenta e desconforto abdominal.
Investigação das causas do intestino preso, incluindo alterações de motilidade, microbiota e hábitos de vida.
Avaliação de evacuações frequentes, diarreia ou irregularidade intestinal, considerando causas inflamatórias, infecciosas e funcionais.
Distúrbio funcional com dor abdominal, distensão e alteração do hábito intestinal, frequentemente relacionado ao eixo intestino-cérebro.
Alterações hormonais podem impactar o intestino, causando constipação, distensão, inflamação e alterações metabólicas.
A relação entre microbiota, metabolismo e composição corporal pode influenciar dificuldade para emagrecer, inflamação e resistência metabólica.
Além das condições mais frequentes, a consulta também pode incluir a investigação de outros sintomas intestinais e alterações que exigem avaliação especializada.
Causam dor, sangramento e desconforto anal, podendo ser tratadas de forma clínica ou cirúrgica.
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Investigação de dor ao evacuar e sintomas compatíveis, com definição da melhor estratégia de tratamento.
Infecção crônica na região anal que pode necessitar de tratamento cirúrgico.
Além da avaliação em proctologia, alguns pacientes podem se beneficiar de protocolos complementares definidos de forma individualizada, sempre de acordo com o contexto clínico, os sintomas e os objetivos de cuidado.
A terapia infusional pode ser considerada como parte de uma abordagem complementar, com indicação individualizada e responsabilidade médica.
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Cada protocolo é pensado de acordo com a necessidade de cada paciente, sem soluções genéricas e sem condutas padronizadas para todos os casos.
Nem todos os pacientes precisam de cirurgia.
Quando indicada, a abordagem é baseada em critérios clínicos, exames e impacto na qualidade de vida.
Quando indicadas, as técnicas minimamente invasivas permitem tratar a doença hemorroidária com mais conforto, recuperação mais rápida e menor impacto na rotina do paciente, sempre respeitando o grau da doença e os sintomas.
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Em casos selecionados, a fissura anal pode necessitar de tratamento cirúrgico, especialmente quando há dor persistente ou falha do tratamento clínico. A conduta é sempre individualizada.
O tratamento da fístula anal exige avaliação especializada para definição da técnica mais adequada, com foco na resolução do quadro e preservação da função anal.
Nos casos com recorrência, inflamação ou impacto na qualidade de vida, o tratamento cirúrgico pode ser indicado, com escolha da técnica conforme o perfil de cada paciente.
Nos casos complicados ou recorrentes, a doença diverticular pode necessitar de abordagem cirúrgica, sempre baseada na evolução clínica e na avaliação individual do paciente.
Incluem abordagens para diversas condições anorretais, sempre baseadas em avaliação clínica criteriosa e definição individual da melhor estratégia terapêutica.
O tratamento das hérnias pode ser realizado por técnicas minimamente invasivas, como a laparoscopia e a cirurgia robótica, proporcionando menor dor pós-operatória, recuperação mais rápida e melhores resultados estéticos.
Indicada nos casos de refluxo gastroesofágico refratário ao tratamento clínico ou com complicações, a abordagem cirúrgica pode ser realizada por via laparoscópica ou robótica, com alta precisão, melhora dos sintomas e recuperação mais rápida.
Indicada principalmente nos casos de cálculos biliares e suas complicações, a colecistectomia é realizada, na maioria das vezes, por via laparoscópica, com alta segurança e recuperação rápida.

Nem todo sintoma exige a mesma conduta. O tratamento é definido com base na avaliação clínica, no histórico, no exame físico quando indicado e na necessidade de investigação complementar.
A proposta da consulta é entender o quadro com clareza, evitar excessos e definir a melhor abordagem para cada paciente, com responsabilidade e critério clínico.
Se você apresenta sintomas intestinais, desconfortos na região anal ou deseja investigação especializada com proctologista em São Paulo, entre em contato para agendar sua consulta.